segunda-feira, 30 de setembro de 2013

CAMPANHA "CITE A FONTE"

 

Plagiar é crime. Lei dos direitos autorais.

RESPEITE A FONTE, citando-a quando utilizá-la nos trabalhos.

Os textos de conteúdo pedagógico deste blog são de minha autoria. Os de conteúdo bíblico são parafraseados a partir da revista da Escola Dominical Juvenis da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD).

sábado, 21 de setembro de 2013

Escola Bíblica Dominical : Seminários na Escola Dominical

Escola Bíblica Dominical : Seminários na Escola Dominical: Promover seminários na Escola Dominical além de ser um procedimento metodológico, é também uma forma de ajudar a desenvolver a oralidade dos...

Seminários na Escola Dominical

Promover seminários na Escola Dominical além de ser um procedimento metodológico, é também uma forma de ajudar a desenvolver a oralidade dos alunos e orientar a formação de novos professores.

Ninguém nasce professor. Quando crescemos somos influenciados pela profissão dos nossos pais ou de outras pessoas que admiramos. Essa influência é mais forte em algumas pessoas do que em outras. Em relação ao ofício do ensino, uma coisa é certa, os espaços que nos são oferecidos contribuem para o aprimoramento das habilidades em nós despertadas.

É função do professor da EBD, potencializar o surgimento de novos educadores. Ninguém é eterno. Partindo desse princípio os seminários podem ser uma excelente oportunidade para que os alunos possam se interessar pelo ensino na escola Dominical.



O que são seminários?


Seminários são procedimentos de ensino que focalizam a transmissão de conhecimentos. De modo geral, pode ser feito individual ou em grupo. Em qualquer deles faz-se necessário delimitar o tema para que haja maior compreensão.
No caso da EBD, os seminários temáticos realizados em grupo têm maior produtividade porque a revista já vem com os temas definidos para cada aula e, cada tópico pode ser dividido com o grupo de modo que favoreça maior participação dos alunos. Sugiro que mesmo os que tenham alguma timidez possam ter o mesmo espaço de participação. Isso pode ajudá-los a superar a vergonha de se expor diante do grupo.



Como organizar um seminário na Escola Dominical?

Para organizar um seminário na EBD, primeiro é preciso discutir com a classe sobre quais temas gostariam de ministrar. Isto, porque um assunto familiar pode ser mais confortável para o aluno fazer a exposição. O professor tanto pode pedir para que os alunos escolham os temas aos quais se identificam como também pode aproveitar o próprio tema da revista e subdividi-lo entre o grupo em forma de sorteio, principalmente quando a maioria se interessa por um só tema.

Caso optem por subdividir os tópicos da revista, é importante destacar alguns pontos:
- Ler o assunto e se apropriar do mesmo;
- Evitar a leitura extensa do texto diante do grupo;
- Treinar a exposição do texto;
- Fazer esquemas, linhas do tempo, esboço, quadros sintéticos que resumam ao máximo o texto;
- Fazer cartazes para a visualização do assunto, slides.

Depois de delimitado o tema, é importante que cada aluno estabeleça objetivos para o tópico a ser trabalhado. Os objetivos são fundamentais, pois constituem uma forma de expressar claramente o que você deseja que os alunos aprendam com aquele assunto.

Este é um modo simples de fazer seminário. É importante que pelo menos uma vez no semestre você faça uso desse procedimento. À medida que você for aprimorando os seminários, os alunos se sentirão mais seguros e a apresentação poderá ser feita para as demais classes da EBD.

Por meio dos seminários você vai identificar alunos que poderão lhe substituir quando você tiver que ir para outra classe ou mesmo quando se ausentar da escola. Independente deste ou daquele você não vai perder a chance de formar novos líderes e ajudar a descobrir talentos na EBD.

Bom Seminário a todos.

sábado, 31 de agosto de 2013

Escola Bíblica Dominical : A salvação - Lição 9 - CPAD - Juvenis

Escola Bíblica Dominical : A salvação - Lição 9 - CPAD - Juvenis: Tema: A salvação Enfoque Bíblico: “ Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus . (Efésios 2,...

A salvação - Lição 9 - CPAD - Juvenis


Tema: A salvação

Enfoque Bíblico: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. (Efésios 2,8).

 
 

 
Texto Bíblico básico: Efésios 2:5-9
5 - Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),

6 - E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;

7 - Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus.

8 - Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.

9 - Não vem das obras, para que ninguém se glorie;
 
 

 
         O tema da lição (9) desta semana trata da SALVAÇÃO. Esse campo de estudo é chamado de Soteriologia, termo de origem grega constituído das palavras Σοτεριος (Soterios) que significa salvação e λογος (logos), que significa princípio, ou seja, princípio da salvação.

         Além da revista vamos utilizar como referências os livros: Vivo em Cristo – Um estudo da Salvação (Autor: David Duncan), a Pequena Enciclopédia Temática da Bíblia (Geziel Gomes) e a Bíblia – Edição Revista e Corrigida.

         Vou esboçar a aula em tópicos compostos por questões. Assim, espero esclarecer melhor sobre o tema junto aos alunos:
    

V      O que é salvação?

         O termo salvação, na Bíblia apresenta sentidos de resgate, libertação, socorro e provisão. No Antigo Testamento, mais comumente é usado no sentido de socorro. No Novo Testamento é usado em relação à provisão de Deus para a humanidade. De modo geral a salvação é uma dádiva de Deus concedida por meio da Graça.

 (Efésios 2,8).Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
 

V      A quem se destina a salvação?

Tito 2:11. Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens.

I João 2.2 E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.

A salvação destina-se a toda a humanidade, porque todos pecaram, em Adão, por isso carecemos da salvação, que é o resgate de Cristo.


V      De onde vem a salvação?

A salvação vem do trabalho expiatório de Cristo. Segundo Duncan (1987) expiação dá idéia de reconciliação de inimigos. Nesse caso, refere-se à ação reconciliadora entre o pecador e Deus. Assim, o pecado das pessoas é coberto pelo sangue expiador de Cristo e o seu pecado é cancelado.
 

V      Que graça é essa que conduz à salvação?

João 1:17. Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.

         A graça é um favor não merecido. É a bondade de Deus para com aqueles que pecam e nada merecem, além do juízo e castigo. Porém, Deus com seu favor e amor infinito mandou seu filho para sofrer, morrer em lugar destes e livrá-los como se estes jamais tivessem pecado. Mas, isso não implica que o pecado seja desculpado por Deus. Não. A salvação requer confissão de pecados, arrependimento, obediência à palavra de Deus e fidelidade a Deus.


V      Como ocorre o processo da salvação?

         Ao aceitar a Cristo como seu salvador, ocorre o novo nascimento onde a pessoa é regenerada e transformada passando a viver uma nova vida. No momento em que confessa a Cristo os seus pecados e deles se arrepende, recebe o Senhor Jesus como Senhor e o Espírito Santo entra em sua vida tornando-o um filho de Deus. Assim, ele garante a vida eterna.
 

V      Qual a relação entre salvação e santificação

         A santificação faz parte da salvação. É um processo em que mediante nossas atitudes podemos nos tarnar mais parecidos com Deus mediante a ação do Espírito Santo.

Provérbios 4:18.  Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.

Em síntese, a salvação foi:
* planejada na eternidade (Ef. 1,4);
* profetizada após o pecado de Adão e Eva (Gn 3,15);
* consumada na cruz (Jo 19, 30);
* propagada pelos discípulos (Mt 28,20) e
* aceita pelos seguidores de Cristo (Mt 11, 28).
 
Ide imperativo do Cristão:

V      Evangelizar – esta é uma ordem de Cristo aos seus seguidores;

V      Testemunhe de Cristo aos colegas, aos amigos;

V      Viva o evangelho

V      Transmita a alegria da salvação

V      Deixe Cristo aparecer em sua vida.


   

Referências:

David Duncan - Vivo em Cristo – Um estudo da Salvação

Geziel Gomes - A Pequena Enciclopédia Temática da Bíblia - Casa Publicadora das Assembleias de Deus

Bíblia – Edição Revista e Corrigida.

Lições Bíblicas – Fundamentos da nossa fé – Juvenis -Casa Publicadora das Assembleias de Deus.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Quem é o aluno da Escola Dominical?

            O aluno da Escola Dominical é aquele que teria muitas coisas para fazer em um Domingo maravilhoso, tais como: passear, ir ao clube, ir ao parque com as crianças, fazer um churrasco com os amigos e a família, resolver problemas pendentes, fazer compras, organizar a casa e uma infinidade de outras coisas que em função do trabalho que executa no decorrer da semana muitas vezes o tempo não permite fazer.

            Entretanto, diante de tantas ocupações de natureza divertida ou de necessidade, o aluno da EBD prioriza a frequência e a participação na escola e torna este momento muito rico tanto para o próprio crescimento espiritual como também para estar entre a comunidade cristã.

            Podemos encontrar várias categorias de alunos da Escola Dominical: os frequentes; os não-frequentes ou casuais; e os visitantes que podem ser membros ou não-evangélicos. Pode haver outras categorias, mas estas são as mais comuns que encontramos em nossos templos.

            Entre os alunos frequentes, podemos subdividí-los em: muito frequentes ou menos frequentes, mas que não chegam a ter o seu nome entre os excluídos por excesso de faltas. Entre os não-frequentes ou casuais há aqueles que estão sempre no limite das faltas e há também aqueles que dependem de um telefonema, uma carta ou um e-mail para retornarem à escola.

            Entre os visitantes membros da igreja, podemos encontrar aqueles que comparecem trimestralmente à escola se matriculam, mas de repente desaparecem, mesmo sendo lembrados ou durante os cultos pelo pastor ou pelos professores da classe. Há ainda visitantes não-crentes, embora seja raridade encontrarmos essa categoria matriculada nas classes da EBD. É mais comum encontrarmos alunos dessa natureza nas classes infantis, juniores, juvenis ou jovens. Geralmente esses alunos são convidados, amigos vizinhos ou parentes de pessoas evangélicas.

            Para a última categoria elencada, a Escola Dominical representa um importante meio para influenciar as pessoas a conhecerem a Cristo. Interessante notar que as pessoas que se convertem a Cristo através da EBD têm um diferencial: elas já nascem no ensinamento cristão e certamente a EBD marcará a vida destas pessoas. Independente de qual seja a categoria, algo é certo: todos podem ser alunos frequentes da Escola Dominical.

            A frequência de um aluno indica que algo o impele a participar da escola e pode ser por vários motivos: pela qualidade das aulas, pelo fato de estar entre os irmãos dialogando e estudando temas de alto valor e crescimento espiritual e pelo compromisso de participar dos trabalhos da igreja.

            Ser frequente à escola não é somente participar e estar a par do que está sendo estudado nela. É, antes de tudo, estar presente de corpo e alma. Quando me refiro a estar presente de corpo, trata-se do aluno que não falta à EBD e que cuida para não perder as aulas. Estar presente de alma é se envolver com o tema, ler, pesquisar, acompanhar as passagens bíblicas, tomar notas e contribuir para o enriquecimento da aula.

            Entre os alunos frequentes há alunos participativos e ouvintes. Tanto em um como no outro depende da natureza individual de cada um. Há alunos os quais a participação apenas se dá mediante um espaço de interlocução do professor. E aqui, cabem parênteses. Costumo dizer que todo aluno tem identidade e é muito bom quando o professor conhece-o e trata-o pelo nome. Embora pareça para alguns que seja uma participação forçada e direta, afirmo como professora que depende de como o professor dirige o questionamento e aborda o aluno.

            Saber fazer o questionamento é crucial para a interlocução. Perguntas fechadas, por exemplo, intimidam o aluno. Perguntas cujas respostam sejam exatas é como pressionar o aluno contra a parede. Se errar, o aluno tímido, por exemplo, sentirá envergonhado e evitará responder da próxima vez. Perguntas bem formuladas geram contribuições inteligentes. Vou dar alguns exemplos para esclarecer, caso tenha ficado dúvidas ao meu amado leitor.

            Exemplo 1 - O tema da aula trata-se dos dons espirituais. Ao invés de solicitar que o aluno cite quais os dons, pode-se perguntar de que forma os dons contribuem para o crescimento espiritual da igreja.

            Exemplo 2 – Ao invés de perguntar ao aluno onde está escrito que Jesus se irou, pode-se perguntar da seguinte forma: você se recorda de alguma situação em que Jesus ou Deus tenham irado?

            O modo como é feita a pergunta leva o aluno a dialogar e não simplesmente responder o que o professor propõe. Algumas possíveis situações também fazer com que o professor evite uma aula dialogada. Caso o professor fique preocupado com aqueles irmãos que têm muitas experiências para contar e que se esquecem do tempo curto que temos na escola eu sugiro que sejam feitas recomendações antes de iniciar a aula. Lembrando que todo o professor da EBD deve desenvolver formas afetivas de falar com o aluno. A forma como você fala ao invés de somar pode ter efeito contrário e então você terá menos um aluno na classe.  

            Minha experiência como professora secular contribuiu muito para o exercício da docência na EBD. Na escola nossos alunos do ensino regular sempre começam a aula nos falando coisas que viram e onde estiveram, situações que viveram com suas famílias, e até ficam eufóricos para contarem o que está fervilhando na cabecinha deles. É muito importante para eles, contarem para os colegas as aventuras que viveram. Agora, imagine você que os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) que são os documentos norteadores da Educação brasileira, definem o mínimo de quatro horas e vinte minutos de aula, lembrando que desse tempo, 20 minutos estão reservados ao intervalo para recreação e lanche. Em uma classe de 20 alunos todos com grandes e longas histórias, o professor precisa ter um jeitinho delicado para não tornar desinteressante a vida e a experiência dos alunos e encontrar a forma de conectar ao assunto da aula. O conteúdo a ser explorado no dia tem um tempo presumido, tem tarefas do dia anterior para corrigir em sala, tem tarefa a ser feita na sala e tem orientação da tarefa de casa, tem dinâmica, enfim, e todos precisam ser ouvidos. Então geralmente fazermos uma pergunta que os levem a dizer o que fizeram e descreverem em poucas palavras a sensação causada. Depois ainda temos que fazer o link com a aula, isso não é tarefa fácil, mas sempre encontramos uma forma.
          Na EBD é diferente, tanto em relação ao tempo, que é menor, como em relação à rotina e atividades que são desenvolvidas nesse espaço de tempo. Por isso, antes de iniciar a aula o professor deve explicar aos alunos a limitação do tempo, os objetivos previstos, o que gostaria que eles compreendessem ao final da aula e os subitens que serão estudados. Nisso, a contribuição em relação ao tempo de participação de cada um é essencial. O quanto for possível sintetizar, o tempo agradece e o professor também.
 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Escola Bíblica Dominical : Método de ensino para a Escola Dominical - Brainst...

Escola Bíblica Dominical : Método de ensino para a Escola Dominical - Brainst...: Brainstorming (prónúncia - brémstoarmin). Nome grande e estranho, não é? Pois bem. Esse nome é de origem inglesa e significa tempestade...

Método de ensino para a Escola Dominical - Brainstorming


Brainstorming (prónúncia - brémstoarmin). Nome grande e estranho, não é? Pois bem. Esse nome é de origem inglesa e significa tempestade cerebral ou tempestade de ideias. É um método muito utilizado nas relações públicas, nas dinâmicas de grupo e foi criado pelo americano Alex Osborn. Pode ser muito bem aplicado na escola dominical.

Para usar o brainstorming na classe eu me sinto mais confortável se houver uma lousa, sem ela, eu prefiro fazer adaptações. Então, caso a sua classe tenha lousa, a aula será muito dinâmica.

A rigor, esse método propõe que os participantes, no caso os alunos explorem pensamentos e idéias sobre o tema lançado. Mas, no caso da EBD eu sugiro manter o foco na revista para que não haja muita dispersão. Então vamos lá professor:

 

1 – Uma semana antes da aula, motive todos os alunos a lerem a revista, certificando-os de que você usará um método cuja participação de todos muito contribuirá. Caso você encontre os alunos no decorrer da semana na igreja, relembre-os.

 

Obs: A leitura antecipada ajudará aos alunos a relembrar as palavras-chave do estudo.

 

2 – Como a nossa revista antecipa os objetivos específicos e que os tópicos estão distribuídos para conseguirmos o aprendizado, sugiro dividir a lousa ao meio. Um lado da lousa você usará para o brainstorming e, o outro, você listará os objetivos previstos enumerando-os.

 

Obs: O brainstorming, a rigor, permite que haja liberdade de expressão e nenhuma idéia deve ser descartada, mas, no nosso caso, que nos baseamos na leitura da Bíblia e os nossos conceitos se fundamentam nela, portanto, nós vamos trabalhar respeitando os princípios à luz das Sagradas Escrituras. Nada fora dela.

 

3 – Vamos fixar no objetivo 1 e transformá-lo em um questionamento. Um exemplo: Objetivo: Analisar os possíveis danos oriundos do uso irrefletido da internet. O questionamento dirigido aos alunos será: quais os danos causados pelo uso irrefletido da internet? Essa pergunta será feita diversas vezes, vamos tentar esgotá-la até que todos os alunos possam definir os danos com palavras-chave.

 

4 – Cada palavra definida pelos alunos será escrita na lousa. Você pode até escolher um aluno como escriba, esse aluno registrará todas as palavras enquanto você vai intermediando o questionamento e tentando fechar as respostas de modo sintético. Sintetizar é reduzir ao máximo a resposta do aluno em uma palavra apenas, mas que traduza a resposta que ele quer dar.

Obs: É muito importante que o professor explore o poder da síntese, como costumo dizer. Esse poder, só conseguimos com o exercício da leitura acompanhada do resumo e, em seguida do hábito de criarmos as famosas key words (inglês) ou abstract (espanhol) ou palavras-chave.

 

5 – Depois de listar as palavras-chave é hora de organizá-las a partir das respostas dadas. Certamente vão surgir quadros ou esquemas para distribuir melhor o assunto. Então aqui entra outro poder, o poder de análise. Peça ajuda aos alunos, isso os ajudará também a refletir sobre as respostas. Tente deixar todo o conteúdo da aula exposto na lousa para que os alunos visualizem e vejam que a aula foi construída por eles, mas isso só foi conseguido porque leram e pesquisaram antes.

 

6 – Depois de haver feito o objetivo 1, vá para o próximo objetivo, fazendo o questionamento e mesma regra dos itens acima. Depois vá para o outro objetivo. E, pode ser que você observe que muitas palavras que estavam no objetivo 1, certamente ficarão melhor no objetivo 3 ou 2 e enfim variar. Mas o importante é conseguir formatar o estudo e sintetizá-lo para que se torne mais compreensível.

 

7 – Ao final, tente fazer um panorama de todo o conteúdo finalizado na lousa junto com os alunos.

 

A ideia é basicamente esta, levar o alunos a construírem a aula. Este é o sentido do método brainstorming na EBD e funciona muito bem, principalmente nas classes de jovens e adolescentes. É claro que não vamos fazer essa técnica todos os domingos, porque ela pode ser estafante, mas pelo menos uma aula a cada trimestre você pode enriquecê-la dessa forma.

Obs: Caso a sua classe tenha sala específica, você pode escolher um aluno para deixar esses registros em cartazes de modo que possam lembrar a maravilha que ficou a aula braimstormizada.

Uma boa aula!
 
 

 

 

  

sábado, 3 de agosto de 2013

OS DONS DO ESPÍRITO SANTO - LIÇÃO 5 - JUVENIS

O tema de amanhã (04/08/2013) tratará dos dons do Espírito Santo. Depois da aula faremos uma síntese do que estudamos através de uma apresentação que será feita da seguinte forma:

1 - Escolher uma criança da igreja para simbolizar o Espírito Santo. A criança deve usar roupas brancas e usar uma asa.

2 - Entregar à criança uma caixa de presente. Dentro dela terá vários papéis.

3 - A criança pegará um papel na caixa aleatoriamente e entregará a cada um dos jovens que após recebê-lo irá ler o que está escrito em voz alta.


• O espírito Santo pode nos conceder o dom de variedade de línguas. Com ele poderemos expressar louvor e gratidão a Deus. Este dom será uma estratégia contra os ataques do diabo. Através dele mantemos a nossa vida cheia do Espírito Santo. Falamos com Deus de modo que a mente humana não possa compreender nem raciocinar. Louvemos a Deus por este dom do Espírito Santo.

• O Espírito Santo pode nos conceder o dom de Interpretação de Línguas. Com ele toda a igreja será edificada. Quando as línguas são interpretadas toda a igreja entende a mensagem de Cristo.

• O Espírito Santo pode nos conceder o dom da profecia. Com este dom o crente é capacitado para transmitir a palavra ou revelação diretamente de Deus e impulsionada pelo Espírito Santo. A mensagem profética traz edificação, consolação, advertência e também julgamento.

• O Espírito Santo pode nos conceder o dom da sabedoria. Com este dom o crente é capacitado para orientar na solução de problemas pessoais ou espirituais através de conselhos de sabedoria.

• O Espírito Santo pode nos conceder o dom do conhecimento. Com este dom o crente pode ter revelações dadas pelo Espírito Santo sobre informações do passado ou presente, falar com propriedade e expor a sabedoria da parte de Deus.

• O Espírito Santo pode nos conceder o dom de discernimento de espíritos. Com este dom o crente pode provar e examinar o comportamento, interpretar e revelar a origem de uma profecia ou um fato para não sermos manipulados ou enganados.

• O Espírito Santo pode nos conceder o dom da fé. Com este dom o crente pode experimentar a multiplicação da sua fé e discernir a vontade de Deus para sua vida. Pode também realizar ações extraordinárias e sobrenaturais não explicáveis aos olhos dos homens.

• O Espírito Santo pode nos conceder o dom de cura. Com este dom o crente pode orar pela restauração da saúde das pessoas e elas são curadas para glorificar o nome do Senhor Jesus.

• O Espírito Santo pode nos conceder o dom de milagres. Com ele o crente pode orar e os milagres acontecem através da intervenção sobrenatural de Deus

TODOS - Todos os dons são importantes e necessários para o crescimento da obra de Deus e o aperfeiçoamento do crente. Mas de nada adianta se você não tiver o amor.

TODOS – Buscai com zelo os dons espirituais porque através deles você pode ser um instrumento nas mãos de Deus. Aperfeiçoai o fruto do Espírito porque os dons terminarão, mas o fruto do espírito PERMANECERÁ.

OS DONS DO ESPÍRITO SANTO















 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

FRIDA VINGREN: QUEM É ESTA PERSONAGEM?


Você certamente já ouviu cantar a música: Já achei uma flor gloriosa e, quem deseja, a mesma terá. Pois bem, trata-se de uma entre as mais belas canções da nossa Harpa Cristã. Sua autora, Frida Vingren transmitiu em cada verso a expressão mais profunda do amor a Deus e ao trabalho missionário.

Frida Strandberg nasceu em Estocolmo, na Suécia, em 1891. Seus pais eram luteranos, mas Frida era membro da Igreja Filadélfia de Estocolmo.  Enfermeira, de profissão, chegou a ser chefe da enfermaria do hospital onde trabalhava. Porém, o coração de Frida pulsava forte pelo campo missionário. Foi a partir dessa vocação que Frida juntou-se a um grupo de jovens com a mesma sede por missões e se preparou em um Instituto Bíblico na cidade de Götabro. Após a formação, aos 25 anos, a igreja sueca enviou Frida para o Brasil.

Frida casou-se com o Pastor Gunnar Vingren, o fundador da Assembléia de Deus no Brasil. Seu casamento foi realizado pelo Pastor Samuel Nyström em Belém do Pará. Passou a se chamar Frida Vingren. Teve seis filhos: Ivar, Rubem, Margit, Astrid, Bertil e Gunvor.

Aos 28 anos, Frida foi acometida de malária. Seu estado de saúde ficou tão debilitado que seu esposo pediu a Deus para que Ele curasse ou a levasse para si. A igreja em Belém se dedicou em intercessão e Frida foi curada. Depois de sua cura, seu esposo apresentou sérios problemas de saúde devido às sucessivas vezes em que contraiu malária. Frágil e com esgotamento físico, o casal decidiu passar um período na Suécia retornando em 1923.

Ao retornar para o Brasil decidiram morar no Rio de Janeiro onde inauguraram o primeiro salão de cultos da Igreja Assembléia de Deus daquele Estado. 

A Missionária Frida Vingren continuou o trabalho missionário, desenvolvendo atividades de ensino na escola Dominical onde ministrava. Era talentosa, ensinava, pregava, fazia trabalhos sociais, dirigia trabalhos no presídio do Rio de Janeiro, abriu novos templos, participou e formou grupos de oração e de visitas. Frida tinha o dom da palavra. Era atuante, desprendida, dirigia cultos em praças, ao ar livre, ministrava estudos bíblicos. Frida era uma grande líder, em uma época em que essa função era tipicamente masculina dentro da Assembléia de Deus. Tamanha era sua garra, espírito de liderança e vontade de trabalhar na obra missionária que muitas vezes foi criticada, porém, jamais se abalou com tais críticas e, nem por isso deixou de trabalhar para Deus. Frida não era envaidecida com os seus talentos. Com sua sabedoria, humildade e determinação contribuiu para a salvação de muitas almas.

Frida também tinha habilidade com a escrita. Ela escrevia e traduzia textos doutrinários e evangelísticos. Isso foi fundamental para a criação de um dos nossos mais importantes jornais da Assembléia de Deus: o Mensageiro da Paz. Foi comentarista da revista da Escola Dominical.

Frida Vingren também tinha a habilidade musical. Ela cantava, tocava órgão, violão e era uma compositora de grande fervor espiritual. Nossa Harpa Cristã possui 23 hinos de sua autoria, dentre eles: Uma flor gloriosa (196); Bem Aventurança do crente (126) e outros.

Em Setembro de 1932, depois de quinze anos dedicados no Brasil, e de muito sofrimento por amor à Obra, a família Vingren decidiu retornar à Suécia. Dias antes da partida, a filha Gunvor faleceu, vítima de uma infecção na laringe. Frida Vingren faleceu em 30 de setembro de 1940, sete anos após o falecimento do marido.

Frida Vingren amava o Brasil. Aqui, plantou a semente missionária que se tornou uma árvore que não cessa de dar frutos. Frondosa e vigorosa é esta igreja. Sua história se confunde com seu crescimento, porque ela já nasceu predisposta a gerar, como o ventre cuja madre jamais secará.

Muitas vezes mal compreendida, questionada e criticada, Frida Vingren tinha certeza do seu chamado. Sua única convicção era de que o Senhor Jesus a acompanhava em todos os momentos de sofrimento e luta. Ela é uma inspiração para muitas jovens nos dias atuais.

BIBLIOGRAFIA

Fonte histórica: Wikipédia

VINGREN, Ivar. Gunnar Vingren, o diário do pioneiro. Rio de Janeiro: CPAD, 1973. 222 p

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Galeria dos Heróis da Fé

  
CHARLES FINNEY, UM DOS MAIORES AVIVALISTAS DE TODOS OS TEMPOS

Charles Finney nasceu na cidade de Connecticute, na Nova Inglaterra, em 1792. Educado numa família tradicionalmente puritana, Finney cursou a escola Superior e, aos 20 anos era um professor da escola pública, especializado em latim, grego e hebraico. Estudou direito em Squire Wright, em Nova Yorque.

A vida espiritual de Finney não tinha muito avanço, embora tivesse começado a estudar a Bíblia, não se sentia atraído pelos sermões e buscava algo mais consistente para embasar sua fé. Todo o ceticismo de Finney teve fim com a insistência em ler e conhecer com profundidade as Sagradas Escrituras. Com isso, passou a crer na infalibilidade e inerrância da Palavra de Deus.

Todavia, mesmo conhecendo a Bíblia, Charles Finney ainda não havia definido sua aceitação à fé em Cristo, tarefa que fez aos 29 anos de idade.

Uma vez tendo o encontro com Cristo, Finney manifestava uma sede infinita por Deus, que o levou a receber o Batismo no espírito Santo. Essa experiência foi tal na vida de Finney que ele afirmara não encontrar palavras para expressar o sentimento que tivera naquele instante.

Finney é considerado o maior teólogo desde os tempos apostólicos. Isso, devido à maestria com que utiliza as ferramentas da filosofia e sua racionalidade para expressar as verdades bíblicas. Todavia, em nenhum momento, Finney colocou-se superior à Palavra de Deus. Não se deixou fanatizar, embora fosse um cristão fervoroso e apaixonado pelas almas carecidas de Deus. Sua moderação e temperança tornaram-no um homem equilibrado.

Alguns fatos registrados nos permitem ver o que a passagem de Finney provocava nas pessoas.

Conta-se que perto da Aldeia de New York Mills havia uma fábrica de tecido movida pela força das águas do Rio Oriskany. Quando alguns operários conversavam sobre o culto do dia anterior, Finney entrou na fábrica e algo especial aconteceu na vida daqueles operários que imediatamente ao vê-lo, caíram no chão, arrependidos dos seus pecados. Foram tão abalados pelo toque do Senhor que sentiram dificuldades em continuar o trabalho na fábrica.

O avivamento era algo inevitável. Por onde Finney passava, as pessoas eram tocadas pelo Espírito Santo. Logo mais à frente, duas moças que trabalhavam foram tomadas pelo poder de Deus que caíram em terra chorando. Logo, todos os trabalhadores foram sacudidos Por Deus que o diretor da fábrica decidiu parar todo o trabalho para que se cuidassem das almas daquelas pessoas. Assim, as comportas das águas foram fechadas e todos os operários se reuniram para ouvir a mensagem de Deus e todos se converteram a Cristo.

Conta-se que no período de um ano, entre 1857 e 1858, mais de 100 mil pessoas se converteram a Cristo através da mensagem de Charles Finney.

Os pastores Ronaldo Rodrigues de Souza e Claudionor Corrêa Andrade, ao prefaciarem a tradução da obra Teologia Sistemática de Charles Finney o definem como um teólogo ousado, um dos maiores heróis da fé de todos os tempos, um pentecostal que transita com liberdade e segurança pelas “maravilhosas verdades da salvação” (FINNEY, 2001, p.19). Isto por manter sua ortodoxia bíblica sustentada no amor e na Palavra de Deus, sem qualquer dogmatismo ou especulação.

 

Um resumo a partir da obra: Teologia Sistemática. Charles Finney. Editado pela Casa Publicadora das Assembleias de Deus - CPAD.

Datas comemorativas - DIA DAS MÃES

MENSAGEM - OS DILEMAS E A ALEGRIA DE SER MÃE



            Eu quero compartilhar com vocês, os dilemas, os desafios e a alegria de ser mãe.

            Primeiro, eu quero falar que quando eu era adolescente, eu dizia para mim mesma: um dia eu quero me casar e ter filhos, um menino e uma menina. Eu me casei e tenho dois filhos: um menino, o Jessé; e uma menina, a Súzan.

Ser mãe é uma das realizações da vida de uma mulher.

            Quando o filho nasce, nossa alegria é tamanha, que até choramos.

É o choro da felicidade.

            Quando são pequenos, nossos filhos dependem de nós para que consigam sobreviver, e dependem para se alimentar, para a higiene, para a saúde e em tudo. (mamadeira, fralda, paracetamol, cartão de vacina)

            Quando são pequenos, carregamos conosco, aonde quer que vamos (boneca). Protegemos nossos filhos de tudo o que pode representar perigo (Luiza Cristina, cuidado, dá choque. Súzan, não corra!). Resguardamos nossos filhos de qualquer ameaça (Cuidado, não receba nada de ninguém pela rua)

            Tudo o que queremos é assegurar o seu bem-estar, a sua integridade física.

            Amamos, educamos, cuidamos, corrigimos quando preciso: Não faça isso! Não pode! Não teime nunca mais! Peça desculpas! Fique aqui sentado para pensar. 5 minutos.

            Filha, sente-se aqui: é feio gritar com a mamãe. Papai do céu fica triste e a mamãe também. Peça desculpas. Tá bem? Não repita mais.

            Logo eles crescem. Então pensamos. Ufa, que bom, o trabalho diminui. Diminui?

            Não diminui. Muda apenas a natureza do trabalho. É bem verdade que filhos nos dão alegria, mas dá trabalho. Eles requerem muito, sempre. Até mesmo quando crescem. Mas é um trabalho prazeroso, pois são parte de nossa vida.

            Às vezes me pego esquecendo que ele cresceu e falo: cuidado filho, preste atenção. ( ele responde: mãe não sou mais bebê!)  Tá certo, vai pela sombra. (Que sombra mãe?) Do esconderijo do Altíssimo, filho.

            Às vezes esquecemos e continuamos protegendo até excessivamente: Filho não vá. Filho não pode! Filho, não ande com fulano. Filho não vá na casa de Silcrano. Filho, o mundo é perigoso, filho, as drogas, filho, a internet, os perigos, Filho, Filho! ( Mãe chega! )

            E não os deixamos viver, esquecemos que lhes orientamos, que ensinamos os princípios da obediência e do temor a Deus, e até parece que não confiamos neles. Não os deixamos construir a própria experiência a partir dos ensinamentos que lhes damos. E superprotegemos.

            O Sábio Salomão bem alertou: Ensinai a criança no caminho em que deve andar e, quando crescer, não se desviará dele.

            Então, por que temer? Não os ensinamos? 

            Ele disse mais: Corrige a teu filho, e ele te dará descanso; sim, deleitará o teu coração. Isso quer dizer que ao disciplinarmos nossos filhos, estamos assegurando que eles nos darão felicidade e paz de espírito.

            O Salmista Davi assim definiu: os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre, o seu galardão. Como flechas na mão dum homem valente, assim são os filhos da mocidade. Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava.

            E mais: os filhos são herança do Senhor. Mas, não são apenas herança, são do Senhor. Deus nos entrega para deles cuidarmos para prepararmos para a sua obra, para a sua glória.

            Mas, filhos, também erramos. Erramos por ignorância. Erramos quando  esquecemos as medidas e os pesos. Erramos pelos excessos. Todavia, compreendam-nos. Perdoe-nos. Não queremos o vosso mal. Queremos muito o bem de vocês.

 

            É, mas um dia eles se vão. Não que eles nos deixarão, mas eles vão construir a própria vida e fazer perpetuar os ensinamentos que de nós receberam, e multiplicarão as orientações. E assim, a história vai se construindo e reconstruindo.

            Quanto a nós? Ficaremos idosos, precisaremos dos seus cuidados, receber o amor em retribuição em cuidado, em atenção.

            Até que um dia partiremos, descansaremos sabendo que fizemos o que tinha que ser feito, que amamos, que cuidamos, que educamos que ensinamos o temor e a obediência a Deus. 

 

Filhos: sede obedientes a vossos pais. Honrar pai e mãe é o primeiro mandamento com promessas. Promessas de bênçãos. Filhos que obedecem aos pais, serão abençoados. Deus cuidará do futuro, do bem-estar e da realização de cada um. Cultivem o amor, a boa relação com os seus pais, evitem situações que provoquem turbulências e desarmonia no lar.

 

Pais: falo diretamente a vocês: Amem os vossos filhos, compartilhem com eles a alegria da família. Filhos criados em famílias estruturadas tendem a compartilhar com os seus filhos os ensinamentos e a educação recebida. Cultivem o diálogo, conversem com os seus filhos. A comunicação deve prevalecer como um canal fundamental para solucionar crises, conflitos e para estabelecer harmonia. Quando há um bom relacionamento no lar, as más influências não prevalecem e não terão nenhum ponto atrativo sobre ele. Assim, com clareza e segurança, eles podem determinar o mal que cada amizade não bíblica terá na sua vida e assim evitarão.

 

            Ademais, cultivem a leitura da palavra e a oração. É a forma como podem ter lares sadios. O lar tem grande importância na vida humana. É o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e valores morais, em todos os contextos.    Então, concluímos que, se o lar vai bem, a sociedade vai bem, mas se o lar está destruído, a sociedade também sofrerá. Portanto, o que é bom para a família é bom para a sociedade, é bom para o mundo.

Feliz dia das mães, dia da família.

 

Muito obrigada.